RUDY GAY NO CELTICS É UMA BOA?

Para quem está realmente por fora, o Utah Jazz passa por uma enorme reconstrução em sua equipe. A troca de Donovan Mitchell foi gigantesca, assim como a de Rudy Gobert e levaram diversos jogadores jovens para o time de Salt Lake City. No entanto, ainda existem bons veteranos no elenco como Jordan Clarkson, Bojan Bogdanovic, Malik Beasley, Mike Conley Jr e Rudy Gay. Os 3 primeiros, nosso ex GM Danny Ainge já disse que valem no mínimo uma primeira escolha de draft e tem contratos mais caros, algo que não cabe no teto salarial de Boston hoje. Já com Rudy Gay a conversa pode ser outra!

Já aos 36 anos, Gay teve uma carreira longa na liga. Já está na liga há 18 anos, é campeão do mundo com a seleção norte-americana em 2010 e sempre foi um jogador de muito volume ofensivo. Em alguns momentos de sua carreira, ele foi considerado o franchise-player em Memphis. Porém seu jogo naquela época ainda era de pouquíssima coletividade e a defesa nunca foi seu ponto forte, apesar de dar ótimos tocos por conta de toda sua explosão física.


Com o passar dos anos, sua carreira migrou de ser um titular importante na rotação para a de um reserva mais efetivo com minutos limitados vindo do banco. Nos tempos de Spurs, onde ele trabalhou com Ime Udoka, encontrou sua melhor versão de jogo com uma média de 22 minutos em quadra, trazendo uma média de 12 pontos por jogo, mas com aproveitamento de arremessos de 2 e 3 pontos sendo os melhores de sua carreira. Algo que mostra como a importância dessa transição do atleta durante sua carreira.


A temporada passada em Utah já mostrou uma versão um pouco mais limitada, que trazia 8.1 pontos por jogo em 18 minutos de quadra. E a pior parte, ele foi cortado da rotação durante os playoffs e não pisou em quadra. Algo que não fazia sentido dada a necessidade da equipe do então treinador Quin Snyder de um cara alto, capaz de pontuar e compensar no ataque o tanto que defesa do time estava ruim já que só Gobert defendia naquele time.


Uma certeza que podemos ter é que o Celtics não vai gastar uma escolha de primeira rodada em Gay. Ele é um veterano que tem mais 2 anos de contrato com o Jazz, e o valor é de 6 milhões por ano garantidos nesse meio tempo. O que pode fazer com que o atleta pinte em Boston é uma possível buy-out do jogador, onde seu contrato seria rescindido amigavelmente e ele ficaria livre no mercado. Algo que não será só o Celtics que monitorará.


Nesse cenário hipotético que, apesar dos rumores, ainda não ocorreu nenhuma movimentação a respeito, faria sentido para o Celtics trazer o jogador? A resposta é muito similar ao que se fala dos rumores de

Carmelo Anthony e até mesmo do que foi a contratação de Danilo Gallinari. A vinda de um jogador veterano, com defesa abaixo da média, ótima capacidade de criar o próprio arremesso e capaz de espaçar a quadra com bolas de 3 pontos. Gay não é o maior gatilho do mundo, mas é um atleta versátil, grande e capaz de acertar bastante arremessos equilibrado.


Abrindo espaço para minha opinião sobre o tema, eu sempre gostei bastante do atleta e acho um jogador que até hoje pode contribuir numa equipe acertada e com tempo de jogo limitado. O grande problema é se ele será ou não cortado do elenco do Jazz e, caso seja, se o Celtics realmente se movimentará para trazer o veterano, já que apesar dos rumores e conversas, ainda não houve nenhum movimento da diretoria para realmente trazer um substituto para Gallinari depois de sua lesão. Acredito que Rudy Gay seria uma opção interessante para o elenco e que ajudaria pontuando bastante na meia distância e nas bolas de 3 pontos. E o banco do Celtics pode sempre ter um bom pontuador a mais para jogos amarrados e chatos.


E você, gostaria de ver esse jogador vestindo verde na próxima temporada? Se as peças do dominó caírem e ele ficar disponível, pode acontecer. Comente aí sua opinião!


Love and Trust.

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